Brazil
January 18, 2008
O girassol é uma das opções para
produção de biocombustível, porque apresenta elevado teor de
óleo nos grãos (38% a 53%) e ampla adaptação às diversas regiões
brasileiras, além disso, e seu cultivo deve ganhar força com o
lançamento do zoneamento de risco climático para a cultura.
Na palestra Caracterização dos riscos climáticos para o cultivo
do girassol no sistema de produção de agroenergia a ser
ministrada entre os dias 28 de janeiro e 01 de fevereiro, sempre
das 14h às 15h, no mini-auditório, da Casa da Embrapa, no Show
Rural Coopavel, em Cascavel (PR) os pesquisadores César de
Castro e Fábio Álvares, da Embrapa Soja, irão abordar as
principais características que possibilitam o cultivo do
girassol no Brasil.
Segundo eles, com o lançamento do zoneamento de risco climático
para a cultura, em 2007, (disponível em www.agritempo.gov.br),
foi possível delimitar as áreas e épocas de semeadura com maior
aptidão climática para o desenvolvimento da cultura do girassol.
“O zoneamento é um aliado do produtor, pois permite escolher a
melhor época de cultivo – para cada região – considerando o
risco hídrico”, explica Castro.
Atualmente, o girassol ocupa cerca de 100 mil hectares no País.
No Cerrado, o girassol é uma opção preferencial como segundo
cultivo no verão (safrinha). Segundo os pesquisadores da
Embrapa, há perspectivas de
crescimento da área cultivada com girassol no País, por causa da
produção de biocumbustível e para atender ao mercado de óleos
comestíveis nobres, confeitaria, alimentação de pássaros,
produção de silagem, farelo e torta para alimentação animal,
produção ornamental, produção de mel, bem como a possibilidade
de exportação de grãos e óleo. |
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